Como sempre, é uma idéia idiota, que faz os envolvidos rolarem de rir, e aos transeuntes causa aquela suspeita: seria maconha ou álcool? Pois bem, nenhum dos dois, apenas mais uma das insuportáveis resenhas de TGE, que geram os pensamentos idiotas e absurdos de sempre. A idéia adveio do conceito territorialista (algo como o Estado ter um território rigidamente delimitado e, excetuando-se as áreas coloniais, contínuo): seria o meu cachorro o soberano de um Estado?
Sim, meu cachorro. Ele domina uma área (o quintal), demarca fronteiras de uma maneira bem explícita (mija, e é nojento), tem um grande potencial militar (late, morde) e é habitado por uma gigantesca população de pulgas. Não há uma Constituição em sentido formal, mas materialmente ele dita regras bem interessantes e, assim, detém o monopólio da produção jurídica. Os conflitos, como quando o cachorro do vizinho passa pela rua, são resolvidos por órgãos supranacionais (no caso, eu e o dono do respectivo cachorro), que impedem invasões territoriais e guerras sem sentido…
Paramos por aí. Em breve alguém começaria a suspeitar de drogas realmente pesadas, e o trabalho ainda estava na metade. Acho que o ambiente não era inspirador (fazer uma resenha no Etapa não foi a mais brilhante das nossas inspirações), talvez nas Arcadas meu cachorro participasse da OMS canina.
meu, que brisa UHSADUHSAD, o feriado veio na hora certa, eim?XD